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domingo, 6 de maio de 2012

Amor à Queima-Roupa

Lançamento
desconhecida (1h 56min) 

  • Dirigido por:




  • Com: Christian Slater, Patricia Arquette, Dennis Hopper mais




  • Gênero: Suspense, Romance, Ação




  • Nacionalidade: EUA



  • Amor à Queima-Roupa : poster

    Naquela era Oitentista a dobradinha dos brothers Scott, alcançavam qualquer projeto em mãos, até um script de Tarantino quando ele já não era mais o Balconista QT. O intrigante nesta fita não é somente a façanha de Tony Scott em personificar a estória com traços verossímeis em algo cartunesco, seguindo à risca do Tarantino das fitas inverossímeis. Porém, entretanto, é o roteiro que de cabo a rabo transborda “fios soltos” que nos conduz aos momentos mais eficazes destas pontas, é gancho aproveitando-se de outro gancho. Os diálogos hipnotizantes são os sustentáculos desta “fabula de amor de um nerd”. Vide: Walken e Hopper face-a-face, na seqüência mais crível da película (Siciliano?).
    Amor à Queima-Roupa : foto Brad Pitt, Christian Slater, Michael Rapaport, Patricia Arquette
    A ultra-violência ganha contornos de uma mera fita de baixo-orçamento de Val Kilmer, o que a primeira ótica pode soar um desleixo, contudo, é ai que reside a elegância da obra, aquela atmosfera saudosista. Sabe aquela cinematografia que ao comentá-la, sente que trata-se de uma película feita sob encomenda para os nerds? Um balconista que atende pela alcunha de Clarence ( Slater, corretíssimo) apaixona à primeira vista pela blonde cool, que cai como seu presente de happy birthday. O tal do Clarence dialoga com o ghost ambulante de Elvis Presley – espécie de conselheiro dele -, é fanático por filmes de Kung fu, Brad Pitt hilário com seu beberrão que queima fumo noite e dia, gangsteres (Walken, como um advogado da Mafia está motherfucker), policia de L. Angeles, a meca cinematográfica e mais trocentos elementos, que em meio a teia de circunstâncias comtemplamos as tais composições da essência nas obras Tarantinescas que perdura até no derradeiro Basterds Inglorious.
    Amor à Queima-Roupa : foto Brad Pitt
    Isso aqui é o que eu chamo de Cult por excelência. Um dia A sr. Cage foi Femme fatale. Pitt mezzo Lebowski. True Romance... É a definitiva fabula dos nerds românticos. Um Bonnie & Clyde comtemporâneo na cena indie.
    Amor à Queima-Roupa : foto Christian Slater, Patricia Arquette
    8,5. Great fucking Movie.

    sábado, 21 de abril de 2012

    " Os melhores momentos de Robert De Niro, uma biografia que vai lhe pedir uma maratona "


    Quiça, o intérprete mais humano e versátil que residiu no cinema. Digo isso pela freqüência que contemplo suas performances, e um ator qualquer, não lhe passa aquela sensãção de: "quero retornar lá, e ver de novo, puta merda será que ele inclui tal overacting em uma fala banal?" Um ator que faz seu personagem  variar em microssegundos de humor em apenas no olhar. Tarefa ardua? Ou não! Contido de métodos; como o Stanislavski, e às vezes não utilizava-o em pró de sua caracterização, no entanto, e evidentemente seu moldar e absorção da tal persona. Entretanto, no quesito "olhar-revelador", é um fator que só a elite alcançou tal êxito, volta e meia aparecem alguns atores das novas gerações demonstrando as manguinhas pra fora - Edward Norton, Elijah Wood, Tom Cruise e afins -, porém não atigem a suntuosidade dos pioneiros na interpretação: a verossímilhança agradável de Marlon Brando, o voraz e visceral Al Pacino, Daniel Day-Lewis idem - da derradeira geração -, a persona cínica e enigmática de Jack Nicholson, a lenda que não é só lenda; James Dean. Bem, parando por aqui pra adentrar-me na versatilidade que representou um dos sustentáculos da new hollywood.
     
    Hilário eu citar que Robert De Niro representou um dos sutentáculos da New Hollywood. Ok, eu explano: Como de praxe, eu costumo proferir que em outrora, por meados de 1969 a 1980 - "mais concisamente iniciou-se em Easy rider e findou-se em  Raging Bull"-, foi a "guinada", a "distorção", uma espécie de segundo round do cinema, sem direito a prorrogação. Tudo era visceral, verossímil, cru, àquela pataquada de idealismo e um tanto metódico de American way of life, quebrou-se e não sobrou nenhum resquício sendo pautado á base de fitas indies. O cinema independente era representado por alcunhas que alcançaram o prestígio. Bem... voçês sabem decorado tanto quanto o hino nacional o tal rol - risos. Spielberg (sim, ele mesmo, Jaws é a prova!), Scorsese, De Palma, Copolla, John Boorman, Sam Peckinpah, Willian Friedkin, Robert Altman, e outros nomes deste grito de liberdade. tendo acontecido um upgrade no profile da quadrada hollywood. Entretanto, quando as tais ações exteriores estavam tendo reações interiores, é quando o sexo e narrativa fora posta na mesa com a Nouvelle vague (exteriores: Fellini e afins) e novos cineastas ( interiores: ou seja hollywood ) estavam seguindo às tags. Em suma, com a tal mudança no profile de tais diretores houve o new star system, contido de; Robert De Niro, Al Pacino, Dustin Hoffman, Gene hackman, Rod Steiger, Richard Dreyfuss, Jack Nicholson, Harvey Keitel...  Não tinham as belas faces de Clark Gable, Dean, Brando, porém, eram estas feições que familiarizava com as estórias/histórias que estavam sendo contadas no novo sistema, e enquadrava-se às lentes dos diretores estes tipos viscerais. Um exemplo muito grande é o Johnny Boy de de Niro nas ruas cheias de sujidade da little italy (ny), História de Martin Scorsese e seus amigos, diz o próprio que nãos assiste está película pela tristeza que lhe bate. A demasiada saudade. Ou então Travis de taxi Driver. Ou ate mesmo o Ratso de Hoffman em Perdidos na Noite.
      
    Próx. post será da frutífera parceria com Brian De Palma em "Saudações".

    sábado, 21 de janeiro de 2012

    "Tudo Sobre Minha Mãe" (Tudo Sobre Mi Madre, 1999)

    Diretor: Pedro Almodóvar
    Roteirista: Pedro Almodóvar (escritor)
    Data de Lançamento: 8 Outubro 1999 (Brasil) Exibir mais »
    Gênero: Drama
     

    Um verdadeiro choque de alta voltagem de histerismo peculiar com o famigerado humor-negro, na vasta filmografia Almodóvariana, encontra-se películas e mais películas com a mesma fórmula, no entanto, esta aqui sobressai anos-luz á frente das demais. A estética novelística, corre-léguas de "Tudo Sobre Minha Mãe". Sua obra posterior; "Fale com Ela" é imã com todas as extravagâncias conflitos humanos, e todas as peculiaridades. Não sou nenhum fã ávido de Almodóvar. Tenho meus meus motivos...

    sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

    "South Park"


    Veiculado naquela espécie de tabaco audiovisual, South Park compele-nos à assistí-lo. Ao Iniciar-se há um monólogo frouxo nos advertendo, algo como: "Todas as vozes são pessimas imitações, e não deve ser visto por ninguém". Similarmente a indústria do tabaco moderna criou a salvação para os fumantes, vide a contra-capa onde a imagens fortíssimas quanto ao efeito do cigarro, pois este é justamente o maior ponto fraco do ser-humano. A tal da curiosidade. Os efeitos foram igualmente com a Mtv, João Gordo proferindo: "desliga está &%¨$%#$%, e vá estudar". A estatisticas só aumenta. Os fumantes só alastram. Os telespectadores de South Parck amplifica. South Park é uma série televisiva de animação onde desfila perante nossos olhos a técnica copia-corta-cola, o episódio no qual Mel Gibson tem aparição insana, quiça seja um deles. Os criadores foram otimistas pensando: Se-gerar-posteriormente-é-facil-de-botar-pra-"fuder-judeu-de-merda". Dãããã. Sorry, sorry, desculpe-me o termo, fui contagiado agora pelo famigerado "sindrome de tourette". Coisas de South Park.

     Ai vem a questão. Simpsons pregava American way of life? Aham. Com destreza. Todavia, é brincadeira de criança proximo a South Park. É esculacho à beça, o veniz de humor-negro beira o cretino, pela linguagem de baixo calão. O que torna-se um vicio em algumas mentes.

    terça-feira, 10 de janeiro de 2012

    Jackie Brown (1997)



    Jackie Brown (1997)

    Director: Quentin Tarantino

    Writers: Quentin Tarantino (written for the screen by), Elmore Leonard (novel)

    Stars: Pam Grier, Samuel L. Jackson and Robert Forster


    Um tributo grandiloquente aos blaxploitation. Um dos projetos mais classudos do Nerd de mente prodigiosa. O que à primera ótica soa um retrocesso, ganha contorno de um estupendo amadurecimento, compreendendo na extensão todos os elementos que alcançou em outrora o prestigio e a conquista do espectador,  abrindo mão de “alguns recursos” que na era blaxploitation era chave deste prestigio. Porventura, as mortes são tão sanguinolentas e verossímeis  quanto qualquer longa do Van Peebles nesta era – vide a morte De Niro na Kombi. Trata-se de um Tarantino pós-Pulp Fiction. Todavia, nada de tour de fource hardcore, tampouco extravagante de Pulp. Esqueçam.  Entretanto, familiarizar com Jackie Brown é facílimo, “homens são quadrados e mulheres são fortes”.  GREAT FACT. Está projeção é segura de si, ou seja, é tom nivelado com as outras cinematografias de Taranta. Contudo, sendo assim, vai haver “resquícios”, apesar de não ecoar o visual dos Blackmovie, somos empelidos á uma aura decadente e quiça documental. Tratando-se de adaptação literária de um romance de Elmore Leonard, PONCHE DE RUN. Tarantino molda-as sob sua idiossincrasia. 

    A storyline é mui simples, nada vem mastigado, a palavra-chave torna-se: verrosimílhança, predominando de ponta á ponta. Numa filmografia de películas inverossímeis, e a maior qualidade de jackie Brown encontra-se nela. Com aptidão QT acata o "legado blaxploitation" e trabalha sob o viés dos blackmovie 70's. Ou seja, as locações, os bares, as casas, os carros, os escritórios, os adornos das casas, Tudo tinha que  familiarizar-se com destreza ao habitat dos shaft's da vida. Enfim, toda a "re-embalagem do gênero" é pincelada assim como Ghrindhouse. 




    Quentin como supra-sumo das caça-referências, em Jackie Brown desfila ante nossos olhos quaquilhões delas. É tributo sob tributo. É Cinematografia adentro de cinematografia.  Ao iniciar-se a projeção o plano-seqüência – em Jackie Brown está repleto de planos-seqüências, em outrora era as engrenagens  dos Blaxploitation - intro ritmada, porém rija e lacônica  e, até então, a maior  homenagem à  intro de “Graduate”. Enfim, toda àquela aura cansativa, re-utilizando a track de Bobby Womack; 110 Across  Street, concebendo-nos um vapor eletrizante na atmosfera dos blackmovie. Quiça, tecnicamente essas obras dos blaxploitation dos 70’s atingia um panteão pelas soundtrack’s – look intro for “Shaft”, guys. Entretanto, Taranta injeta em cada frame trilhas de seu célebre mainstream .
    Quentin dispõe-se do frasco e utiliza somente a essência, ou seja, os elementos de contexto político, ou as trocentas armas escondidas de Foxy Brown em seus cabelos e afins, é o "frasco". Contudo, a "essência" aqui é a Black woman personificada pela Queen of blaxploitation, lutando por seus sentimentos, ela é indie à beça, idem sua feminilidade, é Foxy Brown evoluída, num dos gigantes momentos de Pam Grier. O gangster de  Jackson com o famigerado “savoir fire”, cabelos novamente bizarros, barba oriental, é estrondoso, cada olhar é sinistrão, um gangster caveira. Ostentado por coadjvantes em ocasiões escolhidas à dedo. De Niro com uma persona secundária enfática é só vislumbre de seus grandes momentos, nunca torci tanto pra um intérprete em situações de coadjuvante de luxo aparecer na telona como aqui. De quebra, as conversações fulgurantes,  é atirado uns trocentos NIGGER em concomitância. Polêmicas à parte - vide  Badaasssss Cinema. Posteriormente tornou-se febre, lá em "Virgem de 40 anos -isso mesmo Steve Carrel - contém um sequência de escárnio quanto a esse alarme parva.
    Quem proferiu  "new pulp Fiction"? Como Hitchcock diria plagiar a si mesmo é genialidade. Porém,  não é plagio é originalidade da  mais colhudas escorada em "flashes  Tarantinescos". Cruzando a mesma via dos filmes de black dos 7o's, Jackie Brown é para o espectador fissurado por conhecimento de cinema em sua vastidão. É tarantino maduro. Fucking misterpiece, nigger.
     

    terça-feira, 3 de janeiro de 2012

    "Cassino" (1995) Casino (original title)



    178 min  -  Biography | Crime | Drama   -  22 November 1995 (USA)

    Director: Martin Scorsese

    Writers: Nicholas Pileggi (book), Nicholas Pileggi (screenplay), and 1 more credit »

     

    Casino é Scorsese e com técnica aos galões. E com o habitual cinema da maior qualidade. Sua ótica no microcosmo urbano é mais estilística em violência que em “Goodfellas”, talvez por isso bebeu do próprio chafariz. Contudo, é amplitude com "dimensões biblícas".  Provando que novas ideias Scorseseanas podem suprar novo folego no dicionario do grandiloquênte - vide o look urbano de "The Departed". Com o decorrer da projeção marty nos compele á “Spin-off ” de “Casino” à “Godfellas”, é claríssima, e é pra lá de proposital. “Casino” é a obra “imã” de “Goodfellas”. Porém, como mestre dos gangstermovies, ele compõe mais uma faceta. Aqui o neon prevalece, assim como em “Ny, Ny”, contudo, não esqueçam é Las Vegas e não NY, e ainda assim o maestro ampliou o ângulo na história dessa "Disneylândia", onde cineastas renomados passearam por ela. Terreno limitado? Pra Scorsese? Aham, faz-me rir.

     

    Salientando. Scorsa aumenta MAIS um ângulo do submundo dos gangsters. Tudo apresentado em “Goodfellas” é ampliado em “Casino”, porque? Não, a duração nem fez a mínima, pelo menos ante minha idiossincrasia. Incessantemente a aura documental sob a lente de Rosthein quanto ao seu seu redor, ou seja, o seu mundo: o cassino, e suas manias de vasculhar os ambientes para interromper em detalhes que lhe pareça suspeito. Agora vem o porque da ampliação; a tal atmosfera documental traz Scorsese arquitetando cenas famigeradas nos storyboards de “Goodfellas”, todavia, "britadas". Scorsese pincela em tela de dimensões incalculáveis Casino. É Película com engrenagens à moda antiga, para o fã assíduo de Martin Scorsese e da maior Arte, quaquilões de técnicas marcham sublimemente e compassadamente: Cortes abruptos, Congelamentos cabais, fotogramas ausentando-se, intro enfática e arrebatadora do saul Bass à lá Kubrick  - brincando com a soundtrack classic. Por fim, é a visão de Rosthein e sua demasiada elegância, ou melhor, sua superficialidade pura. Desde Femme Fatale - até isso é superficial. Enfim, o Cassino... E nada melhor que Scorsa explorar isso em 3 horas.

    Casino sintetiza a força da “turma” Scorseseana: Thelma, De Niro e Pesci. Robert De Niro injeta um “Bogart vivaz” em Ace Rosthein. Contudo, já Pesci,  laconicamente, gesticula à beça e, utilizando-se de seu voice pra um overacting verossímil que remete ao sua persona anterior de “Goodfellas”. A melhor e mais vibrante perfomance de Stone está aqui, com sua superficial Femme fatale, ela sai bem até em cena de speedball. Chritopher Nolan poderia fazer escola com Marty, quanto a capitanear intérpretes.


    É um Gangster-movie épico. É um afamado neon scorseseano que martela anos à fio na filmoteca-afetiva, Em suma,  sem trocadilhos infames, isso é que eu chamo de “Ás” na manga para um visionário volátil como Scorsese. Até a soundtrack de “Casino” tem uma nova versão para “Gimme Shelter”...

    Scorsa cômpos uma verdadeira “Disneylândia-Babilônica.”
    Casino (1995)

    sábado, 31 de dezembro de 2011

    "Blade Runner - O Caçador de Andróides" (1982) Blade Runner (original title)

     blade runner photos

     

    Director: Ridley Scott

    Writers: Hampton Fancher (screenplay), David Webb Peoples (screenplay), and 1 more credit »



    “Tech-Noir-de-Scott-no-maior-nível-do-High-tech-é-de-dar-inveja-em-um-tal-de-James-Cameron”
     
    “Blade Runner” emite o cinema minucioso de Kubrick. Cada frame é uma porrada visual, barbariza nossos olhos. E não é só essa tal de identidade visual de Scott, que tem toda uma essência por trás dela, que nos vem a memória ao comentarmos sobre a projeção. Todavia, o hit de Vangelis, com uma soundtrack eletronic de arrepiar, casando com aquela atmosfera High-tech... Estará em nossa mente desde já.


    Outro mainstrean das ficções cientificas, um “tech noir” que dá inveja em Cameron e seu também precursor no Tech-noir; “Terminator”. Cada frame de "Blade Runner" é carregado de elementos noir’s. Aquela chuva incessante e um tanto ácida, é um flerte com “Le samourai”. Ou então, o néon futurístico de Scott, quase cruza a mesma via daqueles Scorseseanos. Para complementar o delírio estético temos um toque de Fritz Lang e seu “Metropolis”, as formas dos edifícios, ou seja os cenários um tanto gótico. Culpa de Syd Mead, com uma direção de arte pós-apocaliptica, suprema. O detetive de Ford exala os anos de ouro, onde as personas na tela era comandada por Bogart, Loure, Robinson, Chandler... E por ai segue o seleto. Seu Rick Deckard é Nietzscheniano, permeia a película com o uma curiosidade extrema da tal excessividade/demasia da sociedade não se basta e o super-homem, ou melhor ‘Ulbermensch’ é escalado em sua extrema potência. Por fim, o homem e além do homem comfrontam-se. E quem obter o êxito sobre o outro é relativo. Como dito logo acima; curiosidade extrema, que da uma atmosfera pra lá de “Paranóica’ em “Blade Runner”, pela constante paranóia de Deckard.

    Ridley Scott pincela “Blade Runner” como uma critica mordaz sobre nós, a sujidade, as influencias culturais mistas, a decadência social, o high-tech ao alcance de todo e qualquer ser que se move – risos -, repleta de fantasias e simbolismos – sobra até pra Deus e seus seguidores. Sim, Deus, temos até representação subliminar sobre a crucificação. Nos tempos politicamente correto de hoje “Blade Runner” é um “freak” profético. Nunca esteve tão atual!

    Um misterpiece dos sci-fi. Um misterpiece de Scott e Cia. A melhor visão de um cineasta sobre uma obra de Philip K. Dick, nas telonas. Uma obra-primassa para qualquer ângulo. Que venha 50 anos!
    blade runner pictures