Powered By Blogger

sábado, 21 de abril de 2012

" Os melhores momentos de Robert De Niro, uma biografia que vai lhe pedir uma maratona "


Quiça, o intérprete mais humano e versátil que residiu no cinema. Digo isso pela freqüência que contemplo suas performances, e um ator qualquer, não lhe passa aquela sensãção de: "quero retornar lá, e ver de novo, puta merda será que ele inclui tal overacting em uma fala banal?" Um ator que faz seu personagem  variar em microssegundos de humor em apenas no olhar. Tarefa ardua? Ou não! Contido de métodos; como o Stanislavski, e às vezes não utilizava-o em pró de sua caracterização, no entanto, e evidentemente seu moldar e absorção da tal persona. Entretanto, no quesito "olhar-revelador", é um fator que só a elite alcançou tal êxito, volta e meia aparecem alguns atores das novas gerações demonstrando as manguinhas pra fora - Edward Norton, Elijah Wood, Tom Cruise e afins -, porém não atigem a suntuosidade dos pioneiros na interpretação: a verossímilhança agradável de Marlon Brando, o voraz e visceral Al Pacino, Daniel Day-Lewis idem - da derradeira geração -, a persona cínica e enigmática de Jack Nicholson, a lenda que não é só lenda; James Dean. Bem, parando por aqui pra adentrar-me na versatilidade que representou um dos sustentáculos da new hollywood.
 
Hilário eu citar que Robert De Niro representou um dos sutentáculos da New Hollywood. Ok, eu explano: Como de praxe, eu costumo proferir que em outrora, por meados de 1969 a 1980 - "mais concisamente iniciou-se em Easy rider e findou-se em  Raging Bull"-, foi a "guinada", a "distorção", uma espécie de segundo round do cinema, sem direito a prorrogação. Tudo era visceral, verossímil, cru, àquela pataquada de idealismo e um tanto metódico de American way of life, quebrou-se e não sobrou nenhum resquício sendo pautado á base de fitas indies. O cinema independente era representado por alcunhas que alcançaram o prestígio. Bem... voçês sabem decorado tanto quanto o hino nacional o tal rol - risos. Spielberg (sim, ele mesmo, Jaws é a prova!), Scorsese, De Palma, Copolla, John Boorman, Sam Peckinpah, Willian Friedkin, Robert Altman, e outros nomes deste grito de liberdade. tendo acontecido um upgrade no profile da quadrada hollywood. Entretanto, quando as tais ações exteriores estavam tendo reações interiores, é quando o sexo e narrativa fora posta na mesa com a Nouvelle vague (exteriores: Fellini e afins) e novos cineastas ( interiores: ou seja hollywood ) estavam seguindo às tags. Em suma, com a tal mudança no profile de tais diretores houve o new star system, contido de; Robert De Niro, Al Pacino, Dustin Hoffman, Gene hackman, Rod Steiger, Richard Dreyfuss, Jack Nicholson, Harvey Keitel...  Não tinham as belas faces de Clark Gable, Dean, Brando, porém, eram estas feições que familiarizava com as estórias/histórias que estavam sendo contadas no novo sistema, e enquadrava-se às lentes dos diretores estes tipos viscerais. Um exemplo muito grande é o Johnny Boy de de Niro nas ruas cheias de sujidade da little italy (ny), História de Martin Scorsese e seus amigos, diz o próprio que nãos assiste está película pela tristeza que lhe bate. A demasiada saudade. Ou então Travis de taxi Driver. Ou ate mesmo o Ratso de Hoffman em Perdidos na Noite.
  
Próx. post será da frutífera parceria com Brian De Palma em "Saudações".

Nenhum comentário:

Postar um comentário