“A ótica do arguto Padilha joga na mesa as duas faces da moeda”

O maior fenômeno pop do nossos tempos no cinema brazuca é Tropa de Elite. Este segundo só salienta isso. Padilha opta por sua idiossincrasia no meio da política, de suas posições assumidas, e é claro rompeu o paradigma de que o MARGINAL é a figura típica em nosso cinema, esqueçam de Zé pequeno, Pixote, Sandro Nascimento... O anti-herói da vez nesse cinemão é o célebre Capitão Nascimento. Em outrora, a verossimilhança da violência urbana não era sob o ângulo do Policial. Desta vez, o foco é no Comandante-Geral do Batalhão de Operações Policiais especiais, e sucessivamente Subsecretário de Inteligência, dez anos mais velho o Capitão nascimento retorna a ativa, com Wagner Moura reabsorvendo seu capitão numa performance contida, e suscetível de trafegar nas fases temporais com magnificência.

“Preenchendo as lacunas em branco do primeiro.” Padilha nos impele incessantemente a respostas neste, com sua visualidade em amplitude de nosso pais tornando-os factóides – O que é o verdadeiro crime organizado? Como se dá a relação suja entre a corrupção policial e as organizações políticas? Como agem??? Quando O BOPE sobem nos morros e deixam uma porrada de traficantes no chão, com suas maquinas de intervenção, para quem eles verdadeiramente servem? Qual a tal função do estado do Rio de Janeiro com a sua configuração política e da segurança pública? E eis aqui: O que sucede com guerreiro urbano da mais agressiva força-da-lei, que, conforme envelhece percebe sua posição, em um jogo que o leva e envolve ao caos, e com boas intenções serve a interesses escusos? "... A bolha cresce, cresce e uma hora..." Nascimento, vê-se, que talvez tenha se esforçado sua vida toda em causa oposta do que achava que defendia. O Police tough guy, encontra-se, em situação pra lá de complicada. Achando que servia ao povo, mas não, é o estado. E quem serve ao estado? ... Na somatória, está do lado, e principalmente, servindo ao interesses desmoralizantes dos cidadãos esquenta-poltrona do maldito poder, aquela corja de ratos. Por fim, Nascimento atém-se à “Tragédia grega” – a famigerada e clássica tragédia de herói, no caso anti-herói – neste dado momento, a metafórica auréola de glória é o povo. E o mundo da sombra é o Estado. Sendo assim, contudo, sua jornada finda quando caminha inexoravelmente para esse final trágico. "Toda merda é jogada no ventilador...". C. Nascimento é uma persona prestigiado pela direita retrógrada e odiado pela esquerda embolorada, um prato-cheio que pende pro entretenimento com inclinação política-social, sobretudo, em prol do cinéfilo brasileiro que espera ansiosamente sua cinematografia adicionada em rol de grandes do cinema mundial.

Cada fotograma de Padilha nos revela que “Tropa de Elite 2” vai além dos parâmetros cinematográficos, e com a qual, a sagacidade em meandros para se compor um grande roteiro ou seqüências, torna-se fútil. É concisamente evidente, sua consciência sociopolítica com uma certa firmeza em sua posições, que é certamente assumidas. Todavia, um roteiraço adaptado – yeah, o efeito corta-e-cola desde bordões imortalizados por Al Pacino na película de Lumet [Quer me foder, me beija!] – veiculado em um tom quase documental, soando o cinéma vérite. Seja pelas verossímeis improvisações ou até mesmo por seqüências de ação non-stop – transbordando pirotecnias coreografadas -, cristalizado na voz de Moura na narração em off. Bárbaro em sentido audiovisual. Zé Padilha é nata dos filmes de engajamentos políticos e de ação no Brasil. Seguindo os passos de seu mentor, estruturando-se suas obras em projetos Lumetianos. Continuação de maior primor, cujo suas respostas servem de muleta para o espectador preguiçoso e indolente que – cada vez mais – quer, determinar-se, com fitas sem auto-reflexão, contudo, são decididos e preferem o alimento mastigado a ter de mastigá-los, algumas obras não ‘manda o recado’ por si próprias. Desmitificá-las, explaná-las, torná-las mais digeríveis faz parte da venda do produto – é questão majoritária – é o joguinho de Merchandising.
"Épico policial. OBRA CAVEIRA DE PADILHA, PREZADOS. Sem trocadilhos infames, a elite do cinema Brazuca."
O maior fenômeno pop do nossos tempos no cinema brazuca é Tropa de Elite. Este segundo só salienta isso. Padilha opta por sua idiossincrasia no meio da política, de suas posições assumidas, e é claro rompeu o paradigma de que o MARGINAL é a figura típica em nosso cinema, esqueçam de Zé pequeno, Pixote, Sandro Nascimento... O anti-herói da vez nesse cinemão é o célebre Capitão Nascimento. Em outrora, a verossimilhança da violência urbana não era sob o ângulo do Policial. Desta vez, o foco é no Comandante-Geral do Batalhão de Operações Policiais especiais, e sucessivamente Subsecretário de Inteligência, dez anos mais velho o Capitão nascimento retorna a ativa, com Wagner Moura reabsorvendo seu capitão numa performance contida, e suscetível de trafegar nas fases temporais com magnificência.
“Preenchendo as lacunas em branco do primeiro.” Padilha nos impele incessantemente a respostas neste, com sua visualidade em amplitude de nosso pais tornando-os factóides – O que é o verdadeiro crime organizado? Como se dá a relação suja entre a corrupção policial e as organizações políticas? Como agem??? Quando O BOPE sobem nos morros e deixam uma porrada de traficantes no chão, com suas maquinas de intervenção, para quem eles verdadeiramente servem? Qual a tal função do estado do Rio de Janeiro com a sua configuração política e da segurança pública? E eis aqui: O que sucede com guerreiro urbano da mais agressiva força-da-lei, que, conforme envelhece percebe sua posição, em um jogo que o leva e envolve ao caos, e com boas intenções serve a interesses escusos? "... A bolha cresce, cresce e uma hora..." Nascimento, vê-se, que talvez tenha se esforçado sua vida toda em causa oposta do que achava que defendia. O Police tough guy, encontra-se, em situação pra lá de complicada. Achando que servia ao povo, mas não, é o estado. E quem serve ao estado? ... Na somatória, está do lado, e principalmente, servindo ao interesses desmoralizantes dos cidadãos esquenta-poltrona do maldito poder, aquela corja de ratos. Por fim, Nascimento atém-se à “Tragédia grega” – a famigerada e clássica tragédia de herói, no caso anti-herói – neste dado momento, a metafórica auréola de glória é o povo. E o mundo da sombra é o Estado. Sendo assim, contudo, sua jornada finda quando caminha inexoravelmente para esse final trágico. "Toda merda é jogada no ventilador...". C. Nascimento é uma persona prestigiado pela direita retrógrada e odiado pela esquerda embolorada, um prato-cheio que pende pro entretenimento com inclinação política-social, sobretudo, em prol do cinéfilo brasileiro que espera ansiosamente sua cinematografia adicionada em rol de grandes do cinema mundial.
Cada fotograma de Padilha nos revela que “Tropa de Elite 2” vai além dos parâmetros cinematográficos, e com a qual, a sagacidade em meandros para se compor um grande roteiro ou seqüências, torna-se fútil. É concisamente evidente, sua consciência sociopolítica com uma certa firmeza em sua posições, que é certamente assumidas. Todavia, um roteiraço adaptado – yeah, o efeito corta-e-cola desde bordões imortalizados por Al Pacino na película de Lumet [Quer me foder, me beija!] – veiculado em um tom quase documental, soando o cinéma vérite. Seja pelas verossímeis improvisações ou até mesmo por seqüências de ação non-stop – transbordando pirotecnias coreografadas -, cristalizado na voz de Moura na narração em off. Bárbaro em sentido audiovisual. Zé Padilha é nata dos filmes de engajamentos políticos e de ação no Brasil. Seguindo os passos de seu mentor, estruturando-se suas obras em projetos Lumetianos. Continuação de maior primor, cujo suas respostas servem de muleta para o espectador preguiçoso e indolente que – cada vez mais – quer, determinar-se, com fitas sem auto-reflexão, contudo, são decididos e preferem o alimento mastigado a ter de mastigá-los, algumas obras não ‘manda o recado’ por si próprias. Desmitificá-las, explaná-las, torná-las mais digeríveis faz parte da venda do produto – é questão majoritária – é o joguinho de Merchandising.
"Épico policial. OBRA CAVEIRA DE PADILHA, PREZADOS. Sem trocadilhos infames, a elite do cinema Brazuca."

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